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Museu
Paraense Emilio Goeldi inicia comemorações
dos 150 anos de Emilio Goeldi com
evento e lançamento de obra
Dentre
as atividades, destaca-se o lançamento
de uma logomarca
comemorativa, a reformulação
da exposição
“Reencontros: Emílio
Goeldi e o Museu Paraense”,
a publicação de uma
biografia de Emílio Goeldi
de autoria de Nelson Sanjad em parceria
com a Associação Artística
Cultural Oswaldo Goeldi e a
organização de um
seminário sobre a atuação
de cientistas de origem
germânica no Brasil.
o trabalho e pesquisa do Projeto
Goeldi e da referida Associação
da qual é Dentre os presentes
esteve a bisneta de Emilio Goeldi
proferindo uma palestra.
O
evento aconteceu no dia 24/04/2009
às 20Hs
Vejam as Fotos
www.museu-goeldi.br
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Lançamento do Centro Virtual
Goeldi - Fase II na Academia Brasielira
de Letras - RJ - com apoio do Projeto
Goeldi

A
Academia Brasileira de Letras promoveu,
no dia 2 de abril, às 17h30,
na Sala José de Alencar,
o lançamento do site do Centro
Virtual de Documentação
e Referência Oswaldo Goeldi.
com o apoio do Projeto Goeldi localizado
em Taubaté.
O
evento contou com a abertura do
Presidente da ABL, Cícero
Sandroni, palestra o artista Ruben
Grillo e finalmente a apresentação
da coordenadora do projeto, Noemi
Ribeiro, pesquisadora e também
integrante da Associação
Artística Cultural Oswaldo
Goeldi,
O
site coloca à disposição
da comunidade de pesquisadores um
banco de dados com cerca de 1140
obras digitalizadas. São
desenhos, gravuras e ilustrações
para livros e suplementos literários,
além de cartas e reprodução
de documentos do ilustrador brasileiro.
O
extenso conjunto de periódicos
mantidos pela Biblioteca Acadêmica
Lúcia de Mendonça,
ampliou o número de obras
no portal, totalizando 390 ilustrações
realizadas por Oswaldo Goeldi, entre
os anos de 1941 a 1956, para os
suplementos literários –
“Letras e Artes”, “Autores
e Livros” e “Pensamento
na América”, do jornal
A Manhã. Esta conquista extraordinária
é repassada para os usuários
da rede mundial de computadores,
através de uma arquitetura
intuitiva e amigável, especialmente
elaborada para oferecer um extenso
catálogo de obras realizadas
desde a juventude do artista.
A
exposição "Oswaldo
Goeldi - Ilustrações",
com a mostra dos originais digitalizados
para a internet estará aberta
ao público do dia 2 ao dia
24 de abril, de segunda a sexta,
das 9h às 18h. com entrada
é franca.
Centro
Virtual Goeldi -
www.centrovirtualgoeldi.com
Apoio:
Projeto Goeldi - www.oswaldogoeldi.org.br
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Museu
Nacional de Belas Artes - RJ assina
parceria com o Projeto Goeldi
No
ultimo dia 10/12 foi assinado no
Gabinete na Diretoria do Museu de
Belas Artes no Rio de Janeiro um
termo de parceria para publicação
de uma obra comemorativa das contendo
parte do acervo de Oswaldo Goeldi
do Museu.
Esta
obra terá a contribuição
e parceria do Projeto Goeldi que
com este livro iniciarão
uma jornada de trabalhos paralelos
sobre o artista.
Presentes
a formalização do
acordo: Monica Chechéu -
Diretora do Museu, Laura Abreu -
Responsável pela Divisão
de Gravura e Lani Goeldi - Presidente
e Curadora do Projeto Goeldi


Lançada
a obra sobre Oswaldo Goeldi, parceria
Museu Nacional de Belas Artes e
Projeto Goeldi
informações
para aquisição
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Sonho
de artesãs brasileiras naufraga
além-mar
Um evento fracassado, alguns sonhos
desfeitos e prejuízos impossíveis
de sanar – este foi o saldo
da Feira Internacional do Artesanato
(FIA) de Lisboa 2006, que pretendia
revelar o melhor artesanato oriundo
de várias partes do mundo
e acabou tendo um desempenho muito
aquém do esperado
Exportação de produtos
para feira de artesanato em Portugal
se transforma em pesadelo.
Um evento fracassado, alguns sonhos
desfeitos e prejuízos impossíveis
de sanar – este foi o saldo
da Feira Internacional do Artesanato
(FIA) de Lisboa 2006, que pretendia
revelar o melhor artesanato oriundo
de várias partes do mundo
e acabou tendo um desempenho muito
aquém do esperado. Pior que
o resultado da feira, contudo, a
extrema dificuldade em que se viram
de repente algumas artesãs
brasileiras – sem condições
de reaver os produtos que enviaram
a Portugal – é o ‘último
ato’ de uma farsa que começou
há meses atrás.
Tudo parecia perfeito
quando o grupo de sete artesãs
foi contatado por Marly Peres, em
março. O projeto Brazil Raízes,
surgido pelas mãos dela e
de João Falcão com
o intuito de formar parcerias para
a divulgação do melhor
artesanato brasileiro, dentro e
fora do país, via na feira
portuguesa uma grande oportunidade.
Havia mercado, compradores em potencial.
E Angella Pontes, Rosely Ferraiou,
Consuelo Iglesias (São Paulo-SP),
Adriana Pinheiro (Salvador-BA),
Carol Pedroso (Curitiba-PR), Tula
Morais (Rio de Janeiro-RJ), e Gabriela
Rizale (Viçosa-MG), que haviam
se conhecido através da internet,
apostaram no associativismo para
‘desbravar’ o velho
continente.
Os termos do contrato
firmado entre a empresa e o grupo
eram simples: mediante o pagamento
de R$600,00 cada uma, a empresa
se responsabilizaria pelo aluguel
do stand, incluindo “eletricidade,
equipamento, decoração
e taxas em vigor no País”,
mais as taxas de importação
(para liberação na
alfândega) e de vendas. Às
artesãs, caberia providenciar
o material para envio, com os respectivos
documentos e notas fiscais. E foi
nesse momento que o drama teve início.
Cuidado
com a exportação:
Existem dois pontos
principais a serem considerados.
O primeiro diz respeito aos documentos
que devem acompanhar mercadorias
enviadas a outros países.
Segundo Gabriela Rizale, para que
o artesão consiga trazer
de volta os produtos exportados,
a nota fiscal de envio deve conter
a especificação “mercadoria
com retorno”. Sem essa medida,
entende-se que esses produtos estão
sendo importados para o Brasil –
e não voltando para cá
– cabendo então todas
as taxas usuais.
As artesãs
representadas pela Brazil Raízes
não tiveram qualquer orientação
nesse sentido. Confiando na experiência
dos profissionais envolvidos –
talvez além do que seria
aconselhável – e sem
a devida instrução,
não se informaram sobre os
procedimentos a serem adotados.
As notas fiscais que preencheram
(sem o cuidado acima descrito) selaram
o destino de suas mercadorias.
Boa parte delas
continua em Portugal, à espera
de que surjam condições
para traze-las de volta. Consuelo
Iglesias, por exemplo, afirma que,
em contraste com os R$380 pagos
na exportação, terá
de desembolsar R$ 1200,00 para reaver
suas peças (num valor total
de R$4000), despesa que os R$280,00
ganhos com vendas na FIA não
podem cobrir. O caso de Gabriela
Rizale e da Naturum (empresa da
comunidade de Viçosa da qual
faz parte) é ainda mais grave;
diz respeito a ela o segundo ponto
a ser levantado.
Gabriela desenvolve
sabonetes, um produto que, pelas
leis brasileiras e portuguesas,
requer no mínimo um certificado
de origem emitido por um químico
responsável da Vigilância
Sanitária. Para que possa
ser exportada e liberada pela alfândega,
a mercadoria deve estar acompanhada
desse laudo. Também aí
não houve nenhuma orientação
à artesã, o que evidencia
o despreparo tanto da profissional
quanto dos empresários que
a representavam.
Suas peças,
enviadas a Portugal apenas com a
nota fiscal, ficaram retidas na
alfândega. De acordo com a
Infarmed, órgão português
que regula produtos químicos,
seria preciso enviar o laudo da
Anvisa para libera-las – providência
agora impossível de ser tomada,
considerando que o lote referente
ao documento exigido está
preso em Lisboa. Com isso, o caso
permanece sem solução.
O
desfecho
Afetada por diversos
fatores, como a estrutura deficiente,
ausência de uma ampla divulgação
e a Copa do Mundo (que fez diminuir
sensivelmente o fluxo de visitantes
nos dias de jogo de Portugal), a
FIA Lisboa 2006 não apresentou
grandes números. Das artesãs
presentes no stand da Brazil Raízes,
apenas Adriana, Carol, Angella e
Consuelo tiveram alguns produtos
vendidos. Ainda assim, são
muitas as peças que aguardam
a possibilidade de retorno ao país.
Quanto à
Naturum de Gabriela, sua presença
na feira se deu apenas por intermédio
dos sabonetes enviados como amostra
grátis aos empresários
que a representavam – o que
aos olhos dela configurou como quebra
de um contrato que previa a participação
integral dos produtos em catálogo.
Nem o ressarcimento do valor pago
pelo stand (prometido pela empresa)
poderá dar conta dos prejuízos
financeiros e morais contraídos
por ela junto à comunidade
em que atua.
Prejuízos,
aliás, contraídos
por todas as artesãs e também
pela Brazil Raízes, que teve
de arcar com valores muito maiores
do que haviam imaginado. Tarifas
de importação que
incidiam também pelo transporte
das mercadorias, encarecendo-as
substancialmente, pagamento de transporte
das peças até a feira...
E se, de um lado, a empresa se sente
lesada pela falta de organização
das profissionais envolvidas (sobretudo
no que diz respeito à Gabriela
Rizale, que atrasou o envio de seu
material), de outro lado estas acusam
seus representantes por não
terem lhes dado o devido suporte.
Acima de tudo, os
dados levantados acerca do triste
episódio refletem a inexperiência
e o despreparo da empresa para lidar
com questões relativas à
exportação e importação
de peças artesanais. Mostram,
ainda, a total falta de informações
tanto de um lado como de outro.
Informações que poderiam
ter escrito uma história
muito diferente para essa participação
na FIA Lisboa 2006, e que devem
ser levadas a sério pelos
artesãos que desejem também
alçar seus vôos internacionais.
Autor : Juliana Leite
Fonte : Jornal Novas Técnicas
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Mercado
de arte não está pronto
para era digital...
Mercado de arte não está
pronto para era digital, diz especialista
ADRIANA FERREIRA
SILVA
da Folha de S.Paulo
A arte digital está
à margem da arte contemporânea.
É isso que defende o artista
e teórico de novas mídias
francês Edmond Couchot, 74,
professor da Universidade Paris
8, onde criou a cadeira de Artes
e Tecnologias da Imagem. Ele está
no Brasil como principal convidado
da bienal Emoção Art.ficial
3.0, que começa amanhã,
no Itaú Cultural, com 13
obras que exploram a interatividade.
Além de Couchot,
que traz um clássico de sua
autoria, a instalação
"Les Pissenlits", a mostra
reúne bambas do meio digital,
como Bill Seaman, Michel Bret, Golan
Levin e Paul Prudence. Em entrevista
à Folha, Couchot falou sobre
interatividade e o status do digital
no panorama contemporâneo.
Folha - Como o sr.
vê a relação
entre a arte digital e a arte contemporânea
atual?
Edmond Couchot -
Na minha opinião, a arte
digital está à margem.
Não há crítica
e ela não é vendida.
Não se encontra esse tipo
de arte em galerias, exceção
feita a raríssimos casos.
Quando os críticos de arte
tradicional falam da arte digital,
normalmente é para dizer
que a interação invalida
aquilo como arte. Esse tipo de trabalho
exige novos críticos e novos
organizadores. O sistema de legitimação
da arte contemporânea, da
arte tradicional, não funciona
com a digital.
Folha - Na arte
digital é maior a interação
entre o público e a obra?
Couchot - Nos anos
1960, os artistas falavam muito
de participação do
espectador, mas não existia
a palavra interação,
que surgiu com a informática.
A idéia de fazer o espectador
participar era muito comum, mesmo
na arte cinética e na conceitual.
Com a informática, surgiram
ferramentas que tornaram muito mais
simples fazer o público reagir
à obra.
Folha - Então,
a interatividade tem uma história?
Couchot - Sim. Tem
uma trajetória complexa e
hoje atinge nova forma. Ela se transforma
também a partir dos próprios
objetos representados -que começam
a adquirir característica
de seres vivos. Os artistas tentam,
além de inteligência
e comportamento, prover os objetos
representados de emoção.
Folha - Muitos curadores
dizem que a interatividade pode
se resumir à manipulação
de botões...
Couchot - Tradicionalmente,
a arte era religiosa. Mas existia
também uma arte profana,
muito menos séria. A música
e a pintura não-religiosas
também eram consideradas
como uma arte de entretenimento.
Essa arte, pensada como simples
diversão, atingiu níveis
muito complexos e reflexivos.
Folha - A arte contemporânea
seria "religiosa", e a
digital, "profana"?
Couchot - De modo
geral, os curadores e críticos
no mundo tendem a não se
interessar muito pela arte digital,
porque esse tipo de trabalho que
nós fazemos não se
encaixa nas regras do mercado de
arte.
Folha - No digital,
a interação ocorre
por interfaces. O que são?
Couchot - São
os dispositivos técnicos
que permitem a troca de informações
entre a máquina e a pessoa.
É um prolongamento do público:
o homem e o computador se encontram
por meio da interface.
Folha - Como fica
a autoria?
Couchot - Quando
há arte, sempre existe a
sensação de presença
de um ou mais autores. A função
do autor é deixar essa presença
de alguma maneira na obra. Com "Le
Pissenlits", por exemplo, se
ao soprar [a interface], você
sentir que está soprando
com os autores [Couchot e Michel
Bret], então isso está
funcionando.
Folha - É
fundamental que, assim como um pintor
entende de tintas, os artistas dominem
os softwares?
Couchot - É
necessário que o artista
tenha pelo menos um conhecimento
básico da programação
e das ferramentas que está
usando. Ele deve saber o que o software
faz, o que pode e não pode
ser feito. Se não, será
manipulado pelo software.
Emoção
Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de
setembro, das 10h às 21h.
Sáb. e dom., das 10h às
19h
Onde: Itaú Cultural (av.
Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras,
retirar ingresso com uma hora de
antecedência
________________________________________________________
A
ARTE - Nossa meta....
A Associação Artística
Cultural Oswaldo Goeldi, tem como
meta cadastrar o maior números
de artistas plásticos de
todas as regiões. Ao longo
de sua existência, a Associação
vem desenvolvendo vários
projetos para seus associados: Vernissages,
Exposições, Workshops
e Intercâmbios Culturais.
Nossos artistas filiados, possuem
sua própria home-page no
site oficial da entidade.
Nosso propósito é
a viabilização das
artes plásticas através
de projetos nacionais e internacionais,
com a criação de mercado
para obras de arte entre sí,
suas reproduções e
licenciamentos.
Nosso trabalho é dinâmico
e estamos em contante cadastramento
de artistas plásticos , designers,
ceramistas, artesões, tecelões,
bijuteristas,e outros que trabalham
com artes plásticas, além
dos admiradores da arte, para que
venham participar e somar conosco
na:
- Promoção de eventos
- Incentivar a criação
de projetos de lei a respeito da
valorização das artes
plásticas como patrimônio
ativo de grande valor de investimento
de mercado.
- Instituir centro de divulgação
e galeria de arte.
- Manter intercâmbio com associações
estrangeiros, e designer representantes
para congressos;
- Criação de projetos
específicos como o turismo
INCENTIVO; na busca do turismo CULTURAL;
- Boletim informativo sobre os trabalhos
realizados pela Associação;
revistas e programas de vídeo/TV;
- Encarregar-se da defesa dos interesses
dos artistas, sob sua proteção;
- E principalmente contar com a
parceria de empresas e instituições
que venhar somar consoco e ajudar
a fomentar a arte pelo mundo. |