| A
ARTE - Nossa meta....
A Associação Artística
Cultural Oswaldo Goeldi, tem como meta
cadastrar o maior números de artistas
plásticos de todas as regiões.
Ao longo de sua existência, a Associação
vem desenvolvendo vários projetos
para seus associados: Vernissages, Exposições,
Workshops e Intercâmbios Culturais.
Nossos artistas filiados, possuem sua
própria home-page no site oficial
da entidade.
Nosso propósito é a viabilização
das artes plásticas através
de projetos nacionais e internacionais,
com a criação de mercado
para obras de arte entre sí, suas
reproduções e licenciamentos.
Nosso trabalho é dinâmico
e estamos em contante cadastramento de
artistas plásticos , designers,
ceramistas, artesões, tecelões,
bijuteristas,e outros que trabalham com
artes plásticas, além dos
admiradores da arte, para que venham participar
e somar conosco na:
- Promoção de eventos
- Incentivar a criação de
projetos de lei a respeito da valorização
das artes plásticas como patrimônio
ativo de grande valor de investimento
de mercado.
- Instituir centro de divulgação
e galeria de arte.
- Manter intercâmbio com associações
estrangeiros, e designer representantes
para congressos;
- Criação de projetos específicos
como o turismo INCENTIVO; na busca do
turismo CULTURAL;
- Boletim informativo sobre os trabalhos
realizados pela Associação;
revistas e programas de vídeo/TV;
- Encarregar-se da defesa dos interesses
dos artistas, sob sua proteção;
- E principalmente contar com a parceria
de empresas e instituições
que venhar somar consoco e ajudar a fomentar
a arte pelo mundo.
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Museu
Paraense Emilio Goeldi inicia comemorações
dos 150 anos de Emilio Goeldi com evento
e lançamento de obra
Dentre
as atividades, destaca-se o lançamento
de uma logomarca
comemorativa, a reformulação
da exposição
“Reencontros: Emílio Goeldi
e o Museu Paraense”, a publicação
de uma biografia de Emílio Goeldi
de autoria de Nelson Sanjad em parceria
com a Associação Artística
Cultural Oswaldo Goeldi e a
organização de um seminário
sobre a atuação de cientistas
de origem
germânica no Brasil.
o trabalho e pesquisa do Projeto Goeldi
e da referida Associação
da qual é Dentre os presentes esteve
a bisneta de Emilio Goeldi proferindo
uma palestra.
O
evento aconteceu no dia 24/04/2009 às
20Hs
Vejam as Fotos
www.museu-goeldi.br
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Lançamento do Centro Virtual Goeldi
- Fase II na Academia Brasielira de Letras
- RJ - com apoio do Projeto Goeldi

A
Academia Brasileira de Letras promoveu,
no dia 2 de abril, às 17h30, na
Sala José de Alencar, o lançamento
do site do Centro Virtual de Documentação
e Referência Oswaldo Goeldi. com
o apoio do Projeto Goeldi localizado em
Taubaté.
O
evento contou com a abertura do Presidente
da ABL, Cícero Sandroni, palestra
o artista Ruben Grillo e finalmente a
apresentação da coordenadora
do projeto, Noemi Ribeiro, pesquisadora
e também integrante da Associação
Artística Cultural Oswaldo Goeldi,
O
site coloca à disposição
da comunidade de pesquisadores um banco
de dados com cerca de 1140 obras digitalizadas.
São desenhos, gravuras e ilustrações
para livros e suplementos literários,
além de cartas e reprodução
de documentos do ilustrador brasileiro.
O
extenso conjunto de periódicos
mantidos pela Biblioteca Acadêmica
Lúcia de Mendonça, ampliou
o número de obras no portal, totalizando
390 ilustrações realizadas
por Oswaldo Goeldi, entre os anos de 1941
a 1956, para os suplementos literários
– “Letras e Artes”,
“Autores e Livros” e “Pensamento
na América”, do jornal A
Manhã. Esta conquista extraordinária
é repassada para os usuários
da rede mundial de computadores, através
de uma arquitetura intuitiva e amigável,
especialmente elaborada para oferecer
um extenso catálogo de obras realizadas
desde a juventude do artista.
A
exposição "Oswaldo
Goeldi - Ilustrações",
com a mostra dos originais digitalizados
para a internet estará aberta ao
público do dia 2 ao dia 24 de abril,
de segunda a sexta, das 9h às 18h.
com entrada é franca.
Centro
Virtual Goeldi -
www.centrovirtualgoeldi.com
Apoio:
Projeto Goeldi - www.oswaldogoeldi.org.br
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Museu
Nacional de Belas Artes - RJ assina parceria
com o Projeto Goeldi
No
ultimo dia 10/12 foi assinado no Gabinete
na Diretoria do Museu de Belas Artes no
Rio de Janeiro um termo de parceria para
publicação de uma obra comemorativa
das contendo parte do acervo de Oswaldo
Goeldi do Museu.
Esta
obra terá a contribuição
e parceria do Projeto Goeldi que com este
livro iniciarão uma jornada de
trabalhos paralelos sobre o artista.
Presentes
a formalização do acordo:
Monica Chechéu - Diretora do Museu,
Laura Abreu - Responsável pela
Divisão de Gravura e Lani Goeldi
- Presidente e Curadora do Projeto Goeldi


Lançada
a obra sobre Oswaldo Goeldi, parceria
Museu Nacional de Belas Artes e
Projeto Goeldi
informações
para aquisição
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Sonho
de artesãs brasileiras naufraga
além-mar
Um evento fracassado, alguns sonhos desfeitos
e prejuízos impossíveis
de sanar – este foi o saldo da Feira
Internacional do Artesanato (FIA) de Lisboa
2006, que pretendia revelar o melhor artesanato
oriundo de várias partes do mundo
e acabou tendo um desempenho muito aquém
do esperado
Exportação de produtos para
feira de artesanato em Portugal se transforma
em pesadelo.
Um evento fracassado, alguns sonhos desfeitos
e prejuízos impossíveis
de sanar – este foi o saldo da Feira
Internacional do Artesanato (FIA) de Lisboa
2006, que pretendia revelar o melhor artesanato
oriundo de várias partes do mundo
e acabou tendo um desempenho muito aquém
do esperado. Pior que o resultado da feira,
contudo, a extrema dificuldade em que
se viram de repente algumas artesãs
brasileiras – sem condições
de reaver os produtos que enviaram a Portugal
– é o ‘último
ato’ de uma farsa que começou
há meses atrás.
Tudo
parecia perfeito quando o grupo de sete
artesãs foi contatado por Marly
Peres, em março. O projeto Brazil
Raízes, surgido pelas mãos
dela e de João Falcão com
o intuito de formar parcerias para a divulgação
do melhor artesanato brasileiro, dentro
e fora do país, via na feira portuguesa
uma grande oportunidade. Havia mercado,
compradores em potencial. E Angella Pontes,
Rosely Ferraiou, Consuelo Iglesias (São
Paulo-SP), Adriana Pinheiro (Salvador-BA),
Carol Pedroso (Curitiba-PR), Tula Morais
(Rio de Janeiro-RJ), e Gabriela Rizale
(Viçosa-MG), que haviam se conhecido
através da internet, apostaram
no associativismo para ‘desbravar’
o velho continente.
Os
termos do contrato firmado entre a empresa
e o grupo eram simples: mediante o pagamento
de R$600,00 cada uma, a empresa se responsabilizaria
pelo aluguel do stand, incluindo “eletricidade,
equipamento, decoração e
taxas em vigor no País”,
mais as taxas de importação
(para liberação na alfândega)
e de vendas. Às artesãs,
caberia providenciar o material para envio,
com os respectivos documentos e notas
fiscais. E foi nesse momento que o drama
teve início.
Cuidado
com a exportação:
Existem
dois pontos principais a serem considerados.
O primeiro diz respeito aos documentos
que devem acompanhar mercadorias enviadas
a outros países. Segundo Gabriela
Rizale, para que o artesão consiga
trazer de volta os produtos exportados,
a nota fiscal de envio deve conter a especificação
“mercadoria com retorno”.
Sem essa medida, entende-se que esses
produtos estão sendo importados
para o Brasil – e não voltando
para cá – cabendo então
todas as taxas usuais.
As
artesãs representadas pela Brazil
Raízes não tiveram qualquer
orientação nesse sentido.
Confiando na experiência dos profissionais
envolvidos – talvez além
do que seria aconselhável –
e sem a devida instrução,
não se informaram sobre os procedimentos
a serem adotados. As notas fiscais que
preencheram (sem o cuidado acima descrito)
selaram o destino de suas mercadorias.
Boa
parte delas continua em Portugal, à
espera de que surjam condições
para traze-las de volta. Consuelo Iglesias,
por exemplo, afirma que, em contraste
com os R$380 pagos na exportação,
terá de desembolsar R$ 1200,00
para reaver suas peças (num valor
total de R$4000), despesa que os R$280,00
ganhos com vendas na FIA não podem
cobrir. O caso de Gabriela Rizale e da
Naturum (empresa da comunidade de Viçosa
da qual faz parte) é ainda mais
grave; diz respeito a ela o segundo ponto
a ser levantado.
Gabriela
desenvolve sabonetes, um produto que,
pelas leis brasileiras e portuguesas,
requer no mínimo um certificado
de origem emitido por um químico
responsável da Vigilância
Sanitária. Para que possa ser exportada
e liberada pela alfândega, a mercadoria
deve estar acompanhada desse laudo. Também
aí não houve nenhuma orientação
à artesã, o que evidencia
o despreparo tanto da profissional quanto
dos empresários que a representavam.
Suas
peças, enviadas a Portugal apenas
com a nota fiscal, ficaram retidas na
alfândega. De acordo com a Infarmed,
órgão português que
regula produtos químicos, seria
preciso enviar o laudo da Anvisa para
libera-las – providência agora
impossível de ser tomada, considerando
que o lote referente ao documento exigido
está preso em Lisboa. Com isso,
o caso permanece sem solução.
O
desfecho
Afetada
por diversos fatores, como a estrutura
deficiente, ausência de uma ampla
divulgação e a Copa do Mundo
(que fez diminuir sensivelmente o fluxo
de visitantes nos dias de jogo de Portugal),
a FIA Lisboa 2006 não apresentou
grandes números. Das artesãs
presentes no stand da Brazil Raízes,
apenas Adriana, Carol, Angella e Consuelo
tiveram alguns produtos vendidos. Ainda
assim, são muitas as peças
que aguardam a possibilidade de retorno
ao país.
Quanto
à Naturum de Gabriela, sua presença
na feira se deu apenas por intermédio
dos sabonetes enviados como amostra grátis
aos empresários que a representavam
– o que aos olhos dela configurou
como quebra de um contrato que previa
a participação integral
dos produtos em catálogo. Nem o
ressarcimento do valor pago pelo stand
(prometido pela empresa) poderá
dar conta dos prejuízos financeiros
e morais contraídos por ela junto
à comunidade em que atua.
Prejuízos,
aliás, contraídos por todas
as artesãs e também pela
Brazil Raízes, que teve de arcar
com valores muito maiores do que haviam
imaginado. Tarifas de importação
que incidiam também pelo transporte
das mercadorias, encarecendo-as substancialmente,
pagamento de transporte das peças
até a feira... E se, de um lado,
a empresa se sente lesada pela falta de
organização das profissionais
envolvidas (sobretudo no que diz respeito
à Gabriela Rizale, que atrasou
o envio de seu material), de outro lado
estas acusam seus representantes por não
terem lhes dado o devido suporte.
Acima
de tudo, os dados levantados acerca do
triste episódio refletem a inexperiência
e o despreparo da empresa para lidar com
questões relativas à exportação
e importação de peças
artesanais. Mostram, ainda, a total falta
de informações tanto de
um lado como de outro. Informações
que poderiam ter escrito uma história
muito diferente para essa participação
na FIA Lisboa 2006, e que devem ser levadas
a sério pelos artesãos que
desejem também alçar seus
vôos internacionais.
Autor : Juliana Leite
Fonte : Jornal Novas Técnicas
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Mercado
de arte não está pronto
para era digital...
Mercado de arte não está
pronto para era digital, diz especialista
ADRIANA
FERREIRA SILVA
da Folha de S.Paulo
A
arte digital está à margem
da arte contemporânea. É
isso que defende o artista e teórico
de novas mídias francês Edmond
Couchot, 74, professor da Universidade
Paris 8, onde criou a cadeira de Artes
e Tecnologias da Imagem. Ele está
no Brasil como principal convidado da
bienal Emoção Art.ficial
3.0, que começa amanhã,
no Itaú Cultural, com 13 obras
que exploram a interatividade.
Além
de Couchot, que traz um clássico
de sua autoria, a instalação
"Les Pissenlits", a mostra reúne
bambas do meio digital, como Bill Seaman,
Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence.
Em entrevista à Folha, Couchot
falou sobre interatividade e o status
do digital no panorama contemporâneo.
Folha
- Como o sr. vê a relação
entre a arte digital e a arte contemporânea
atual?
Edmond
Couchot - Na minha opinião, a arte
digital está à margem. Não
há crítica e ela não
é vendida. Não se encontra
esse tipo de arte em galerias, exceção
feita a raríssimos casos. Quando
os críticos de arte tradicional
falam da arte digital, normalmente é
para dizer que a interação
invalida aquilo como arte. Esse tipo de
trabalho exige novos críticos e
novos organizadores. O sistema de legitimação
da arte contemporânea, da arte tradicional,
não funciona com a digital.
Folha
- Na arte digital é maior a interação
entre o público e a obra?
Couchot
- Nos anos 1960, os artistas falavam muito
de participação do espectador,
mas não existia a palavra interação,
que surgiu com a informática. A
idéia de fazer o espectador participar
era muito comum, mesmo na arte cinética
e na conceitual. Com a informática,
surgiram ferramentas que tornaram muito
mais simples fazer o público reagir
à obra.
Folha
- Então, a interatividade tem uma
história?
Couchot
- Sim. Tem uma trajetória complexa
e hoje atinge nova forma. Ela se transforma
também a partir dos próprios
objetos representados -que começam
a adquirir característica de seres
vivos. Os artistas tentam, além
de inteligência e comportamento,
prover os objetos representados de emoção.
Folha
- Muitos curadores dizem que a interatividade
pode se resumir à manipulação
de botões...
Couchot
- Tradicionalmente, a arte era religiosa.
Mas existia também uma arte profana,
muito menos séria. A música
e a pintura não-religiosas também
eram consideradas como uma arte de entretenimento.
Essa arte, pensada como simples diversão,
atingiu níveis muito complexos
e reflexivos.
Folha
- A arte contemporânea seria "religiosa",
e a digital, "profana"?
Couchot
- De modo geral, os curadores e críticos
no mundo tendem a não se interessar
muito pela arte digital, porque esse tipo
de trabalho que nós fazemos não
se encaixa nas regras do mercado de arte.
Folha
- No digital, a interação
ocorre por interfaces. O que são?
Couchot
- São os dispositivos técnicos
que permitem a troca de informações
entre a máquina e a pessoa. É
um prolongamento do público: o
homem e o computador se encontram por
meio da interface.
Folha
- Como fica a autoria?
Couchot
- Quando há arte, sempre existe
a sensação de presença
de um ou mais autores. A função
do autor é deixar essa presença
de alguma maneira na obra. Com "Le
Pissenlits", por exemplo, se ao soprar
[a interface], você sentir que está
soprando com os autores [Couchot e Michel
Bret], então isso está funcionando.
Folha
- É fundamental que, assim como
um pintor entende de tintas, os artistas
dominem os softwares?
Couchot
- É necessário que o artista
tenha pelo menos um conhecimento básico
da programação e das ferramentas
que está usando. Ele deve saber
o que o software faz, o que pode e não
pode ser feito. Se não, será
manipulado pelo software.
Emoção
Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro,
das 10h às 21h. Sáb. e dom.,
das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista,
149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras,
retirar ingresso com uma hora de antecedência
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