Notícias do Mercado de Arte.

Sonho de artesãs brasileiras naufraga além-mar


Um evento fracassado, alguns sonhos desfeitos e prejuízos impossíveis de sanar – este foi o saldo da Feira Internacional do Artesanato (FIA) de Lisboa 2006, que pretendia revelar o melhor artesanato oriundo de várias partes do mundo e acabou tendo um desempenho muito aquém do esperado


Exportação de produtos para feira de artesanato em Portugal se transforma em pesadelo.


Um evento fracassado, alguns sonhos desfeitos e prejuízos impossíveis de sanar – este foi o saldo da Feira Internacional do Artesanato (FIA) de Lisboa 2006, que pretendia revelar o melhor artesanato oriundo de várias partes do mundo e acabou tendo um desempenho muito aquém do esperado. Pior que o resultado da feira, contudo, a extrema dificuldade em que se viram de repente algumas artesãs brasileiras – sem condições de reaver os produtos que enviaram a Portugal – é o ‘último ato’ de uma farsa que começou há meses atrás.

Tudo parecia perfeito quando o grupo de sete artesãs foi contatado por Marly Peres, em março. O projeto Brazil Raízes, surgido pelas mãos dela e de João Falcão com o intuito de formar parcerias para a divulgação do melhor artesanato brasileiro, dentro e fora do país, via na feira portuguesa uma grande oportunidade. Havia mercado, compradores em potencial. E Angella Pontes, Rosely Ferraiou, Consuelo Iglesias (São Paulo-SP), Adriana Pinheiro (Salvador-BA), Carol Pedroso (Curitiba-PR), Tula Morais (Rio de Janeiro-RJ), e Gabriela Rizale (Viçosa-MG), que haviam se conhecido através da internet, apostaram no associativismo para ‘desbravar’ o velho continente.

Os termos do contrato firmado entre a empresa e o grupo eram simples: mediante o pagamento de R$600,00 cada uma, a empresa se responsabilizaria pelo aluguel do stand, incluindo “eletricidade, equipamento, decoração e taxas em vigor no País”, mais as taxas de importação (para liberação na alfândega) e de vendas. Às artesãs, caberia providenciar o material para envio, com os respectivos documentos e notas fiscais. E foi nesse momento que o drama teve início.

Cuidado com a exportação:

Existem dois pontos principais a serem considerados. O primeiro diz respeito aos documentos que devem acompanhar mercadorias enviadas a outros países. Segundo Gabriela Rizale, para que o artesão consiga trazer de volta os produtos exportados, a nota fiscal de envio deve conter a especificação “mercadoria com retorno”. Sem essa medida, entende-se que esses produtos estão sendo importados para o Brasil – e não voltando para cá – cabendo então todas as taxas usuais.

As artesãs representadas pela Brazil Raízes não tiveram qualquer orientação nesse sentido. Confiando na experiência dos profissionais envolvidos – talvez além do que seria aconselhável – e sem a devida instrução, não se informaram sobre os procedimentos a serem adotados. As notas fiscais que preencheram (sem o cuidado acima descrito) selaram o destino de suas mercadorias.

Boa parte delas continua em Portugal, à espera de que surjam condições para traze-las de volta. Consuelo Iglesias, por exemplo, afirma que, em contraste com os R$380 pagos na exportação, terá de desembolsar R$ 1200,00 para reaver suas peças (num valor total de R$4000), despesa que os R$280,00 ganhos com vendas na FIA não podem cobrir. O caso de Gabriela Rizale e da Naturum (empresa da comunidade de Viçosa da qual faz parte) é ainda mais grave; diz respeito a ela o segundo ponto a ser levantado.

Gabriela desenvolve sabonetes, um produto que, pelas leis brasileiras e portuguesas, requer no mínimo um certificado de origem emitido por um químico responsável da Vigilância Sanitária. Para que possa ser exportada e liberada pela alfândega, a mercadoria deve estar acompanhada desse laudo. Também aí não houve nenhuma orientação à artesã, o que evidencia o despreparo tanto da profissional quanto dos empresários que a representavam.

Suas peças, enviadas a Portugal apenas com a nota fiscal, ficaram retidas na alfândega. De acordo com a Infarmed, órgão português que regula produtos químicos, seria preciso enviar o laudo da Anvisa para libera-las – providência agora impossível de ser tomada, considerando que o lote referente ao documento exigido está preso em Lisboa. Com isso, o caso permanece sem solução.

O desfecho

Afetada por diversos fatores, como a estrutura deficiente, ausência de uma ampla divulgação e a Copa do Mundo (que fez diminuir sensivelmente o fluxo de visitantes nos dias de jogo de Portugal), a FIA Lisboa 2006 não apresentou grandes números. Das artesãs presentes no stand da Brazil Raízes, apenas Adriana, Carol, Angella e Consuelo tiveram alguns produtos vendidos. Ainda assim, são muitas as peças que aguardam a possibilidade de retorno ao país.

Quanto à Naturum de Gabriela, sua presença na feira se deu apenas por intermédio dos sabonetes enviados como amostra grátis aos empresários que a representavam – o que aos olhos dela configurou como quebra de um contrato que previa a participação integral dos produtos em catálogo. Nem o ressarcimento do valor pago pelo stand (prometido pela empresa) poderá dar conta dos prejuízos financeiros e morais contraídos por ela junto à comunidade em que atua.

Prejuízos, aliás, contraídos por todas as artesãs e também pela Brazil Raízes, que teve de arcar com valores muito maiores do que haviam imaginado. Tarifas de importação que incidiam também pelo transporte das mercadorias, encarecendo-as substancialmente, pagamento de transporte das peças até a feira... E se, de um lado, a empresa se sente lesada pela falta de organização das profissionais envolvidas (sobretudo no que diz respeito à Gabriela Rizale, que atrasou o envio de seu material), de outro lado estas acusam seus representantes por não terem lhes dado o devido suporte.

Acima de tudo, os dados levantados acerca do triste episódio refletem a inexperiência e o despreparo da empresa para lidar com questões relativas à exportação e importação de peças artesanais. Mostram, ainda, a total falta de informações tanto de um lado como de outro. Informações que poderiam ter escrito uma história muito diferente para essa participação na FIA Lisboa 2006, e que devem ser levadas a sério pelos artesãos que desejem também alçar seus vôos internacionais.


Autor : Juliana Leite
Fonte : Jornal Novas Técnicas

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Mercado de arte não está pronto para era digital...


Mercado de arte não está pronto para era digital, diz especialista

ADRIANA FERREIRA SILVA
da Folha de S.Paulo

A arte digital está à margem da arte contemporânea. É isso que defende o artista e teórico de novas mídias francês Edmond Couchot, 74, professor da Universidade Paris 8, onde criou a cadeira de Artes e Tecnologias da Imagem. Ele está no Brasil como principal convidado da bienal Emoção Art.ficial 3.0, que começa amanhã, no Itaú Cultural, com 13 obras que exploram a interatividade.

Além de Couchot, que traz um clássico de sua autoria, a instalação "Les Pissenlits", a mostra reúne bambas do meio digital, como Bill Seaman, Michel Bret, Golan Levin e Paul Prudence. Em entrevista à Folha, Couchot falou sobre interatividade e o status do digital no panorama contemporâneo.

Folha - Como o sr. vê a relação entre a arte digital e a arte contemporânea atual?

Edmond Couchot - Na minha opinião, a arte digital está à margem. Não há crítica e ela não é vendida. Não se encontra esse tipo de arte em galerias, exceção feita a raríssimos casos. Quando os críticos de arte tradicional falam da arte digital, normalmente é para dizer que a interação invalida aquilo como arte. Esse tipo de trabalho exige novos críticos e novos organizadores. O sistema de legitimação da arte contemporânea, da arte tradicional, não funciona com a digital.

Folha - Na arte digital é maior a interação entre o público e a obra?

Couchot - Nos anos 1960, os artistas falavam muito de participação do espectador, mas não existia a palavra interação, que surgiu com a informática. A idéia de fazer o espectador participar era muito comum, mesmo na arte cinética e na conceitual. Com a informática, surgiram ferramentas que tornaram muito mais simples fazer o público reagir à obra.

Folha - Então, a interatividade tem uma história?

Couchot - Sim. Tem uma trajetória complexa e hoje atinge nova forma. Ela se transforma também a partir dos próprios objetos representados -que começam a adquirir característica de seres vivos. Os artistas tentam, além de inteligência e comportamento, prover os objetos representados de emoção.

Folha - Muitos curadores dizem que a interatividade pode se resumir à manipulação de botões...

Couchot - Tradicionalmente, a arte era religiosa. Mas existia também uma arte profana, muito menos séria. A música e a pintura não-religiosas também eram consideradas como uma arte de entretenimento. Essa arte, pensada como simples diversão, atingiu níveis muito complexos e reflexivos.

Folha - A arte contemporânea seria "religiosa", e a digital, "profana"?

Couchot - De modo geral, os curadores e críticos no mundo tendem a não se interessar muito pela arte digital, porque esse tipo de trabalho que nós fazemos não se encaixa nas regras do mercado de arte.

Folha - No digital, a interação ocorre por interfaces. O que são?

Couchot - São os dispositivos técnicos que permitem a troca de informações entre a máquina e a pessoa. É um prolongamento do público: o homem e o computador se encontram por meio da interface.

Folha - Como fica a autoria?

Couchot - Quando há arte, sempre existe a sensação de presença de um ou mais autores. A função do autor é deixar essa presença de alguma maneira na obra. Com "Le Pissenlits", por exemplo, se ao soprar [a interface], você sentir que está soprando com os autores [Couchot e Michel Bret], então isso está funcionando.

Folha - É fundamental que, assim como um pintor entende de tintas, os artistas dominem os softwares?

Couchot - É necessário que o artista tenha pelo menos um conhecimento básico da programação e das ferramentas que está usando. Ele deve saber o que o software faz, o que pode e não pode ser feito. Se não, será manipulado pelo software.

Emoção Art.ficial 3.0 - Interface Cibernética
Quando: de amanhã a 24 de setembro, das 10h às 21h. Sáb. e dom., das 10h às 19h
Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 0/xx/11 2168-1776)
Quanto: grátis. Para as palestras, retirar ingresso com uma hora de antecedência

A ARTE - Nossa meta....

A Associação Artística Cultural Oswaldo Goeldi, tem como meta cadastrar o maior números de artistas plásticos de todas as regiões. Ao longo de sua existência, a Associação vem desenvolvendo vários projetos para seus associados: Vernissages, Exposições, Workshops e Intercâmbios Culturais.
Nossos artistas filiados, possuem sua própria home-page no site oficial da entidade.
Nosso propósito é a viabilização das artes plásticas através de projetos nacionais e internacionais, com a criação de mercado para obras de arte entre sí, suas reproduções e licenciamentos.
Nosso trabalho é dinâmico e estamos em contante cadastramento de artistas plásticos , designers, ceramistas, artesões, tecelões, bijuteristas,e outros que trabalham com artes plásticas, além dos admiradores da arte, para que venham participar e somar conosco na:
- Promoção de eventos
- Incentivar a criação de projetos de lei a respeito da valorização das artes plásticas como patrimônio ativo de grande valor de investimento de mercado.
- Instituir centro de divulgação e galeria de arte.
- Manter intercâmbio com associações estrangeiros, e designer representantes para congressos;
- Criação de projetos específicos como o turismo INCENTIVO; na busca do turismo CULTURAL;
- Boletim informativo sobre os trabalhos realizados pela Associação; revistas e programas de vídeo/TV;
- Encarregar-se da defesa dos interesses dos artistas, sob sua proteção;
- E principalmente contar com a parceria de empresas e instituições que venhar somar consoco e ajudar a fomentar a arte pelo mundo.

 

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Veja aqui: Flash Cultural n.06

Veja aqui: Flash Cultural n.07

Veja aqui :Flash Cultural n.08

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Obras de Armando Moreira em EXPOSIÇÃO

A mostra, intitulada “Assombros”, é inaugurada no dia 10, às 18h30 no Cento Municipal de Cultura, em Ponta Delgada.


Armando Moreira, natural de Vila Franca do Campo, conta já com um vasto currículo ligado à pintura, à cenografia de peças de teatro e de séries televisiva, à banda desenhada e ilustração bibliográfica.
O artista já participou em exposições regionais, nacionais e internacionais, nomeadamente, na 7ª Bienal de Arte Nacional de 1991 e em duas edições da Mostra Atlântica de Televisão dos Açores. Participou também na decoração do Gabinete do Presidente da República, Mário Soares, na Semana Cultural dos Açores e, ainda, em exposições na Academia das Artes, na Câmara Municipal em Ponta Delgada, entre outros.
A mostra vai estar patente ao público, na Sala do Forno, até ao dia 30 de Abril

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Picasso, o ilustrador de livros

"O que já fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz", disse certa vez Pablo Picasso (1881-1973). Foram poucas as áreas das artes plásticas que o pintor espanhol não experimentou. Tendo criado milhares de obras, não só no campo da pintura, mas também na escultura e cerâmica, o fundador do cubismo trabalhou com todo o tipo de materiais.

O seu contributo artístico expandiu-se até o meio literário, em que participou como ilustrador em livros de muitos autores, nomeadamente surrealistas. É esta faceta do pintor que é homenageada e divulgada na exposição do museu da Fundação Martin Bodmer, em Genebra (Suíça), que reúne desde sábado passado, e pela primeira vez, todos os livros ilustrados pelo artista.

A colecção, composta pelas 157 obras enriquecidas com estampas originais da autoria de Picasso, pertence na totalidade ao coleccionador privado Jean-Léon Steinhauslin, e é única no mundo.

Entre estes livros, em que o pintor trabalhou para alguns dos editores mais importantes do mundo ou para amigos, ilustrados individualmente ou compartilhados com outros artistas, encontram-se obras de autores como Guillaume Apollinaire, Max Jacob, Jean Cocteau, André Breton ou George Hugnet. O que faz com que esta exposição seja também uma retrospectiva de um importante sector da criação literária da primeira metade do século XX.

Desta exposição consta também um livro sobre tauromaquia, tema sempre presente na obra do artista, além de vários volumes nos quais participou como litógrafo em sucessivos períodos, bem como alguns textos políticos.

A mostra inclui ainda gravuras emprestadas por instituições internacionais - como o Museu de Arte de Basileia e Zurique, ou o Museu Picasso em Paris - entre as quais se destacam Minotauromaquia (1935) e Minotauro Cego Guiado por Uma Menina (1934). Uma gravura daquela série, pertencente à Colecção Marina Picasso, foi leiloada em Londres, pela Sotheby's no passado dia 28 de Março, por quase três milhões de euros.

Esta exposição que, nas palavras de um dos seus organizadores, "emana toda a vida de Picasso e dos rostos e corpos das suas mulheres amadas, como Olga, Maria Teresa, Nusch, Dora Maar, Françoise e Jacqueline, caracterizadas pela variedade de estilos sucessivos ou enredos", encontra-se inserida no museu criado pela Fundação Martin Bodmer, que reúne também papiros, manuscritos, edições raras, livros preciosos e outras preciosidades relacionadas com a palavra escrita.

Além das 157 obras ilustradas por Picasso, que estarão em exposição até ao dia 16 de Julho, o museu suíço possui ainda outros tesouros impressos, como a cópia completa mais antiga conservada do Evangelho Segundo S. João.

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OFICINAS DAS NOVAS TÉCNICAS – 1ª EDIÇÃO
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Msn: nt@jornalnovastecnicas.com.br
E-mail: oficinas@jornalnovastecnicas.com.br Adriana@jornalnovastecnicas.com.br

Realização Jornal Novas Técnicas
Organização Centro Técnico JNT e
Ação Solidária Prosseguir.

JORNAL VALEPARAIBANO - 03-02-2006 - Caderno Vale Viver Histórias da Cidade

Associação divulga a arte de Oswaldo Goeldi em Taubaté
Taubaté
Resgatar o nome de um grande mestre brasileiro da gravura à população. Este foi o pontapé inicial que levou à criação da Associação Artística Cultural Oswaldo Goeldi, em Taubaté, em 2004.

O artista carioca, falecido em 1961, deixou um legado de 2.000 obras espalhadas por diversos museus do mundo e em coleções particulares. Ele também firmou seu nome ao participar da Semana de Arte Moderna e de bienais.

"Muitas de suas produções são avaliadas com preços equiparados aos do Picasso", contou a presidente da associação, Leni Goeldi (Oswaldo era tio de seu pai).

A instituição trabalha com duas vertentes prioritárias, segundo ela. A primeira é difundir e preservar a obra de Goeldi. "Nós cuidados dos direitos autorais e organizamos sua produção".

A outra vertente é o trabalho de divulgação de artistas da região. "Percebemos que muitos deles não conseguem espaço. Cuidamos das exposições e viabilizamos parcerias".

Como a associação é uma entidade sem fins lucrativos, ela se mantêm com doações voluntárias. "Com os artistas trabalhamos como uma cooperativa", explicou Leni.

Por meio do site (www.oswaldogoeldi.com.br), a pessoa pode ter contato com as obras de 35 artistas cadastrados e, claro, com a história de Goeldi. "A internet não tem fronteiras. Temos retorno de todos os cantos do Brasil e também de colecionadores do exterior. Grandes editoras de livros de arte sempre estão em contato com a gente para a utilização de reproduções das obras de Goeldi".

Segundo a presidente, a principal intenção é tornar popular as obras do gravurista. "Ele tinha esta característica: de estar próximo ao povo. Por isto, levamos exposições a lugares alternativos".

Em dezembro, foi lançado no Rio de Janeiro, no Museu da República, o Centro Virtual Goeldi, numa parceria com a Associação Oswaldo Goeldi, onde estão expostas mais de 40 obras do artista. "Boa parte do que está exposto neste site pertence a um colecionador que mora em Londres".

Associação Artística e Cultural Oswaldo Goeldi - Informações: www.oswaldogoeldi.com.br

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Convenios: A Associação Artística Cultural Oswaldo Goeldi, está cadastrando estabelecimentos comerciais, profissionais liberais e prestadores de serviços GRATUITAMENTE, para serem nossos conveniados. Dessa forma a empresa cadastrada poderá divulgar seus serviços e produtos aos nossos associados e proporcionar a eles um desconto promocional.

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